O dado do paciente fica numa área separada
O cadastro, a fila e os horários dos pacientes moram numa parte do banco que não se abre para fora. Só se chega a eles pelas funções do próprio sistema, que conferem o papel de quem pede antes de responder — e cada ficha aberta fica registrada.
Um cliente não vê o outro
Vários consórcios e municípios usam a mesma instalação. A regra de quem vê o quê está escrita dentro do banco, e não só na tela: mesmo apontando o código de outra cidade, o banco não entrega.
A sessão não fica aberta
Nas telas da equipe, fechou o navegador, saiu; 20 minutos sem uso, saiu — conferido no servidor a cada pedido e na própria tela, que avisa 2 minutos antes. Num plantão, quem sai não deixa o sistema aberto para quem chega.
Senha sozinha não abre
Quem vê dado de paciente entra com a senha e um código que só o celular dele gera — é obrigatório. Sem o código, o banco não entrega nada, nem chamando o banco direto, por fora das telas. Para o resto da equipe, a verificação é opcional e recomendada.
O histórico não se apaga
Quem entrou, quem liberou acesso a quem, quem abriu a ficha de um paciente e cada versão do painel ficam registrados, e o registro não se reescreve nem se apaga — nem pelo administrador do servidor.
A senha não passa pela Brain
A senha é guardada pelo serviço de login com criptografia de mão única (bcrypt): ninguém da Brain consegue lê-la. Na recuperação de senha, a resposta é sempre a mesma, para não revelar se um e-mail tem cadastro.
Link sem login vale só para uma coisa
O lembrete de consulta e a TV da recepção abrem sem login, por um código de 144 bits que vale só para aquilo. O banco guarda apenas a impressão digital do código — quem lê o banco não consegue montar o link. A chave de um app parceiro segue a mesma regra.
Nenhum segredo no código
Um verificador automático barra qualquer senha ou chave antes de ela entrar no código do sistema. O certificado digital da Secretaria e as chaves de serviço ficam só no cofre do servidor.
O site se defende no navegador
O Brain Tower não pode ser aberto dentro de outro site (o golpe do clique falso), não manda o endereço completo da página para outros sites e não pede câmera, microfone nem localização.
LGPD: o município decide, a Brain opera
No contrato, o município é o controlador e a Brain é a operadora: o dado é tratado só para a finalidade contratada, com acesso por papel. Dado de paciente nunca é usado para treinar inteligência artificial.